2018 sepultou a famosa “transferência de voto”

As eleições de 2018 sepultaram de vez com a tão famosa “transferência de voto” de um candidato para outro. Muitos inelegíveis ou estrutura de apoios foram derrotadas nas urnas, quando valou aquele ditado: “faltou combinar com os russos”.

Nível local, a maioria dos prefeitos não conseguiram transferir votos para seus candidatos. Alguns que hoje comemoram a vitória de Fátima ou Bolsonaro na verdade não transferiram votos ou são representantes dessa população. O voto dos eleitos é expressão de uma maioria considerável que decidiu votar em candidato X ou Y.

Nacionalmente… Luís Inácio Lula da Silva, que disparado liderava todas as pesquisas, assistiu o seu poste, Fernando Haddad, não conseguir êxito numa eleição polarizada em petismo e antipetismo. O que não era esperado desde que o PT lançou o ex-presidente na corrida eleitoral, a grande maioria de seus apoiadores esperavam que Haddad alcançasse os índices de votação de Lula, o que não aconteceu ao final do primeiro turno.

Até o momento, parece que o povo descobriu que o título eleitoral não tem vigia, na cabine de votação é só você, a urna e Deus, sendo este último para quem acreditar.

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Wallace Maxsuel de Azevedo, 29 anos, graduado em Jornalismo pela Universidade Potiguar (UnP), atua na comunicação desde 2006. Além dos veículos de imprensa também foi diretor de órgãos públicos e Secretário Municipal. Integrante da Pastoral da Comunicação (PASCOM) de Santa Cruz, e membro dedicado da comunicação Católica no RN. Criou o Blog do Wallace em junho de 2009, possibilitando para a região do Trairi um espaço virtual de qualidade e credibilidade. Fotógrafo amador, flamenguista e casado.