Pular para o conteúdo

Política

Márcia Maia se diz confiante na gestão de Fátima Bezerra

A deputada estadual Márcia Maia (PSDB) demonstrou confiança na capacidade de gestão da governadora eleita Fátima Bezerra (PT). Ela se pronunciou na sessão plenária desta quinta-feira (1) e pediu que o novo governo tivesse um olhar especial para quatro áreas: segurança, saúde, educação e geração de emprego e renda.

“Essas são áreas que afetam diretamente a população. Por isso, peço que a governadora eleita e sua equipe se debrucem nestas políticas públicas. Tenho certeza que Fátima está preparada e vai se dedicar ao máximo para tirar o Rio Grande do Norte da situação que está hoje”, afirma.

A parlamentar aproveitou para parabenizar Jean-Paul Prates (PT), que assumirá o mandato de senador a partir do próximo ano e também enalteceu o papel do vice de Fátima Bezerra, Antenor Roberto (PCdoB). “Ele é capacitado e tem condições técnicas de ajudar Fátima nessa missão de gerir o RN”, disse Márcia.

Sobre seu mandato que se encerra em janeiro de 2019, ela disse que irá cumprir até o final com a mesma disposição do início. “Até janeiro estarei aqui dialogando, trabalhando com muita honra nesse mandato que a mim foi confiado. Mas quero dizer que mesmo sem mandato, continuarei contribuindo com o Estado”, concluiu.

Moro aceita convite para ser Ministro da Justiça

Por Luiza Damé, da Agência Brasil

O juiz federal Sergio Moro, que comanda as investigações da Operação Lava Jato, aceitou nesta quinta-feira (1º) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro e será o ministro da Justiça. O anúncio foi feito por Moro, em nota. “Após reunião pessoal, na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite”,afirmou.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou o nome de Moro no ministério.

Sergio Moro ficou cerca de uma hora e meia com o presidente eleito. Ao sair da reunião, acenou para as pessoas que se aglomeravam em frente à casa, mas não deu entrevista.

O juiz lamentou abandonar 22 anos de magistratura. Segundo Moro, a Operação Lava Jato continuará em Curitiba. “Para evitar controvérsias desnecessárias, devo, desde logo, afastar-me de novas audiências, acrescentou.

Veja a íntegra da nota divulgada por Sergio Moro:

“Fui convidado pelo Sr. presidente eleito para ser nomeado ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Apos reunião pessoal, na qual foram discutidas politicas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar, pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba, com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes”.

Fátima Bezerra alcança 40 mil votos na região Trairi. Haddad teve mais de 43 mil

Os petistas Fernando Haddad e Fátima Bezerra alcançaram votações superiores aos 40 mil votos na região do Trairi. O candidato a presidente derrotado fez uma marca impressionante de 75,02% dos votos na região, contra 24,98% de Bolsonaro. Haddad em números absolutos teve 43.704 votos e Bolsonaro 14.552.

Para governo, Fátima Bezerra bateu a marca dos 40.023 e Carlos Eduardo 18.332. Dessa forma, a petista teve 68,59% dos votos do eleitorado da região, contra 31,41% do seu adversário.

Vamos aos números?

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

 

CIDADESHADDADBOLSONAROHADDAD %BOLSONARO %BRANCONULO
CAMPO REDONDO4.81981085,61%14,39%89371
CORONEL EZEQUIEL2.60259881,31%18,69%51263
JAÇANÃ3.21699076,46%23,54%64340
JAPI3.35661684,49%15,51%29194
LAJES PINTADAS2.85362182,12%17,88%53245
SANTA CRUZ12.5005.88967,98%32,02%3001.322
SÃO BENTO DO TRAIRI2.19160678,33%21,67%47239
SERRA CAIADA4.3671.21478,25%21,75%74293
SÍTIO NOVO2.60255082,55%17,45%62196
TANGARÁ5.1982.65866,17%33,83%170701
TOTAL43.70414.55275,02%24,98%9394.164

 

GOVERNO DO ESTADO

CIDADESFÁTIMAC. EDUARDOFÁTIMA %C. EDUARDO %BRANCONULO
CAMPO REDONDO4.72684584,83%15,17%108410
CORONEL EZEQUIEL2.1971.07767,10%32,90%45195
JAÇANÃ3.29187379,03%20,97%80366
JAPI2.7151.30367,57%32,43%34143
LAJES PINTADAS2.3921.12268,07%31,93%58200
SANTA CRUZ12.0756.47065,11%34,89%2881.178
SÃO BENTO DO TRAIRI2.04275672,98%27,02%49236
SERRA CAIADA4.0651.50572,98%27,02%69309
SÍTIO NOVO1.9661.17262,65%37,35%72200
TANGARÁ4.5543.20958,66%41,34%218746
TOTAL40.02318.33268,59%31,41%1.0213.983

Quase 15 mil eleitores não foram às urnas na região Trairi

Uma população equivalente ao total de habitantes de Tangará deixou de ir às urnas na região Trairi neste domingo (28), para o segundo turno das eleições gerais de 2018.

O boletim final das eleições nas cidades do Trairi apontam para um total de 14.230 eleitores que não compareceram ao local de votação, correspondendo a 18,34% do eleitorado.

Seja por questões de logística ou entusiasmo, são muitos votos, mas que no cenário geral da região não fizeram muita diferença.

Confira o comparecimento e abstenção por cidade:

CIDADESELEITORADOCOMPARECIMENTOABSTENÇÃO
CAMPO REDONDO7.4516.0891.362
CORONEL EZEQUIEL4.4633.514949
JAÇANÃ5.4994.610889
JAPI5.0964.195901
LAJES PINTADAS4.6233.772851
SANTA CRUZ23.71420.0113.703
SÃO BENTO DO TRAIRI3.8093.083726
SERRA CAIADA7.2115.9481.263
SÍTIO NOVO4.4163.4101.006
TANGARÁ11.3078.7272.580
TOTAL77.58963.35914.230

2018 sepultou a famosa “transferência de voto”

As eleições de 2018 sepultaram de vez com a tão famosa “transferência de voto” de um candidato para outro. Muitos inelegíveis ou estrutura de apoios foram derrotadas nas urnas, quando valou aquele ditado: “faltou combinar com os russos”.

Nível local, a maioria dos prefeitos não conseguiram transferir votos para seus candidatos. Alguns que hoje comemoram a vitória de Fátima ou Bolsonaro na verdade não transferiram votos ou são representantes dessa população. O voto dos eleitos é expressão de uma maioria considerável que decidiu votar em candidato X ou Y.

Nacionalmente… Luís Inácio Lula da Silva, que disparado liderava todas as pesquisas, assistiu o seu poste, Fernando Haddad, não conseguir êxito numa eleição polarizada em petismo e antipetismo. O que não era esperado desde que o PT lançou o ex-presidente na corrida eleitoral, a grande maioria de seus apoiadores esperavam que Haddad alcançasse os índices de votação de Lula, o que não aconteceu ao final do primeiro turno.

Até o momento, parece que o povo descobriu que o título eleitoral não tem vigia, na cabine de votação é só você, a urna e Deus, sendo este último para quem acreditar.

PT vem perdendo votos desde 2002

Um levantamento feito pelo site G1 mostrou uma tendência que o Partido dos Trabalhadores precisam levar em consideração. Se a autocrítica exigida pelo senador eleito Cid Gomes foi considerada uma provocação exagerada, talvez os números façam o partido refletir, pelo menos deveria.

Eis os números aproximados:

  • 2002: 61 milhões de votos;
  • 2006: 60 milhões de votos;
  • 2010: 56 milhões de votos;
  • 2014: 51 milhões de votos;
  • 2018: 44 milhões de votos.

E 2018 termina como a primeira eleição sem uma vitória do PT, desde 2002. Fim da Era PT, início de um novo momento político, ainda indefinido.

Fátima Bezerra é a única mulher a governar um estado no Brasil

Com a confirmação da vitória de Fátima Bezerra, nas eleições estaduais do RN, a petista conseguiu a marca de ser a única a governar um estado do Brasil. São 25 estados e o Distrito Federal governador por homens, e apenas Fátima Bezerra, uma mulher a figurar no patamar de chefe de uma unidade federativa.

Desafio que ainda fica maior quando será oposição ao Governo Federal, que foi conquistado no voto pelo adversário e antipetista, Jair Bolsonaro.

Fátima Bezerra tem agora um estado desgovernado para colocar em ordem, mas deverá ter maioria política para governar e tentar equilibrar as contas.

2019 começa um tempo que ainda não sabemos analisar, mas que será interessante de observar e comentar. Aguardemos!

Carlos Eduardo emite nota de agradecimento pela votação

CARLOS EDUARDO – GOVERNADOR 12
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

NOTA

Quero expressar profunda gratidão aos norte-rio-grandenses que confiaram em nossas propostas, nossas ideias,  na nossa capacidade administrativa e deram  o  seu voto ao  12, na confiança de que, das
urnas, nasceria um Rio Grande do Norte pautado pela ética, a gestão
eficiente e a tolerância zero com a corrupção.

Fizemos uma campanha limpa e propositiva. Baseada na coragem e no sentimento de mudança, na nossa história que transformou Natal numa capital capaz de orgulhar
seus filhos e seus visitantes. Foram quatro gestões fixadas no coração e na alma de sua gente.

Abri mão de meus quase três anos de mandato como prefeito por saber
que, ao homem público verdadeiro, não é permitida a omissão da luta.

O Rio Grande do Norte chegou ao fundo do poço nos últimos quatro anos.

Me propus mudá-lo, percorrendo no calor, nas noites e madrugadas, o itinerário da esperança numa gestão voltada a todos, sem lados ou preconceitos ideológicos.

Agradeço à toda a equipe que esteve conosco,  ao meu partido, o PDT, e aliados, o PP, o DEM, o MDB, o Podemos e, no segundo turno, a relevante presença do PSL.

Agradeço a toda minha família, em especial à minha mulher Andréa, uma demonstração guerreira de amor em cada instante da jornada. Agradeço aos meus filhos pelos dias
em que não pude estar com eles, trabalhando para que cada filho do Rio Grande do Norte compreendesse nossa mensagem.

Cabe-me exercer a missão delegada pelo povo do meu Estado.

Irei cumpri-la.

À minha adversária, sinceros votos de êxito.

Na minha vida pública, aprendi a ganhar e a perder.

Desistir, nunca! Jamais!

Que Deus nos proteja e a todo o Rio Grande do Norte.

Carlos Eduardo

Jair Bolsonaro é eleito Presidente do Brasil

Confirmado o resultado para Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, do PSL, com 55,54% (55.205.640 votos) está oficialmente eleito.

Fernando Haddad tem 44,46%, com (44.193.523 votos), sem condições de virar essa realidade.

Bolsonaro é então o novo presidente do Brasil.

Voo da Madrugada: MP Eleitoral apresenta seis novas representações no RN

O Ministério Público Eleitoral apresentou seis novas representações por derramamento de santinhos nas proximidades dos locais de votação: quatro contra o candidato Carlos Eduardo (PDT) – em Angicos, Currais Novos, Macaíba e Sítio Novo – e duas contra Fátima Bezerra (PT), em Natal e Currais Novos. O MP já havia apresentado outras duas referentes ao pedetista, pela ocorrência da mesma prática (conhecida como “Voo da Madrugada”) em Parnamirim e Santo Antônio.

As representações contra Carlos Eduardo Alves indicam o despejo de santinhos na frente do Centro de Educação Rural Alfredo Mesquita Filho, no povoado Traíras, em Macaíba. No município de Angicos, a ilegalidade se repetiu em frente às escola estaduais Joana Honório e Francisco Veras. Em Currais Novos, na Escola Estadual Capitão Mor Galvão; já em Sítio Novo, na Escola Municipal José Machado de Souza, no Distrito de Serra da Tapuia.

Os santinhos de Fátima Bezerra foram encontrados, durante o horário de votação, em frente à Escola Estadual Graciliano Lordão e à Escola Municipal Ferreira Itajuba, ambas na Rua dos Pegas, no Bairro das Quintas, na capital potiguar. Em Currais Novos, impressos da petista foram despejados nas proximidades da Escola Municipal Gilson Firmino da Silva.

As duas representações apresentadas anteriormente, contra Carlos Eduardo, apontaram a ocorrência da irregularidade em locais de votação de Parnamirim e Santo Antônio. As oito representações já impetradas pelo MP Eleitoral, de autoria dos procuradores eleitorais auxiliares Fernando Rocha e Kleber Martins, irão tramitar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN), onde duas das quatro representações relativas ao primeiro turno já foram julgadas procedentes.

Esse tipo de propaganda desrespeita a Lei n.º 9.504/97, a Resolução nº 23.551/2017 do TSE e a Recomendação nº 09/2018, da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE/RN). Todos os partidos e coligações foram alertados que eram responsáveis pela posse, guarda, distribuição, bem como posterior limpeza e destinação final dos resíduos gerados pelos impressos de campanha.

Além da poluição ambiental causada pelos santinhos jogados nas calçadas – e que terminam por se espalhar com o vento -, a prática também afeta a “isonomia do pleito”, sem contar o risco de acidente, em especial para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Mourão vai processar Geraldo Azevedo

O Estado de S.Paulo, por Leonencio Nossa

O general da reserva Hamilton Mourão, vice na chapa do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse que vai processar o cantor e compositor Geraldo Azevedo que o acusou em um show no fim de semana de torturá-lo durante o regime militar. Ao Estado, Mourão afirmou que em 1969, ano em que o artista esteve preso pela primeira vez, ainda não tinha ingressado no Exército. Procurado pela reportagem na manhã desta terça-feira, Azevedo negou que o candidato a vice na chapa de Bolsonaro estivesse entre os militares que o torturaram quando ele foi preso, em 1969 e em 1974. Nesta terça, 23, o candidato do PT, Fernando Haddad, acusou Mourão de ter sido torturador durante a ditadura brasileira.

“É uma coisa tão mentirosa”, disse Mourão. “Ele me acusa de tê-lo torturado em 1969. Eu era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre e tinha 16 anos”, afirmou o general da reserva. “Cabe processo.” Hamilton Mourão entrou em 1972 na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) onde, em 12 de dezembro de 1975, foi declarado aspirante-a-oficial da Arma de Artilharia. É filho do general de divisão Antonio Hamilton Mourão e Wanda Coronel Martins Mourão.

O músico pernambucano teria feito as declarações durante um show em Jacobina, na Bahia, no sábado, 20. “Olha, é uma coisa indignante, cara. Eu fui preso duas vezes na ditadura, fui torturado, você não sabe o que é tortura, não. Esse Mourão era um dos torturadores lá”, afirmou Azevedo. De acordo com sua biografia, Geraldo Azevedo foi preso em 1969 com a esposa durante a ditadura militar, sendo torturado por 41 dias.

Em nota, o artista pediu desculpa “pelo transtorno causado pelo equívoco e reafirmou sua opinião de que não há espaço no Brasil de hoje para a volta de um regime que tem a tortura como política de Estado e cerceia a liberdade de imprensa”.Eleiç

Sabatina
As declarações de Geraldo Azevedo, dadas em show no final de semana na Bahia, foram citadas pelo candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, em sabatina, nesta terça-feira, 23, promovida pelos jornais O Globo e Valor Econômico e pela revista Época.

“Bolsonaro nunca teve nenhuma importância no Exército. Mas o Mourão foi, ele próprio, torturador. O Geraldo Azevedo falou isso. Ver um ditador como eminência parda de uma figura como Bolsonaro deveria causar temor em todos os brasileiros minimamente comprometido com Estado Democrático de Direito”, disse Haddad.

Quando perguntado sobre o emprego da palavra “fascista” para classificar o oponente, Haddad reiterou na sabatina, chamando Bolsonaro de “bicho”: “Ele tem como vice um torturador. Tem como ídolo um torturador, que é (o general Brilhante) Ustra. Para mim, isso é fascismo. Se vocês quiserem dar outro nome pra adocicar o Bolsonaro… Estamos diante de um bárbaro, que não respeita ninguém há 30 anos. É o pior dos porões”.

Geraldo Azevedo diz que Mourão foi torturador

O cantor Geraldo Azevedo durante um show em Jacobina, na Bahia, no sábado (20), teria acusado o vice de Jair Bolsonaro, o General Hamilton Morão de ser torturador. “Olha, é uma coisa indignante, cara. Eu fui preso duas vezes na ditadura, fui torturado, você não sabe o que é tortura, não. Esse Mourão era um dos torturadores lá”, afirmou Azevedo.

Confira o vídeo:

Tomba Farias reforça a importância do voto em Carlos Eduardo e mostra contradições do PT

Durante evento que reuniu, no hotel Rifoles, em Natal, lideranças políticas, amigos e apoiadores do ex-prefeito de Natal e candidato ao governo do Estado pelo PDT, Carlos Eduardo Alves, o deputado estadual Tomba Farias (PSDB) fez na manhã desta sexta-feira um duro discurso, mostrando ao eleitorado as contradições do discurso do PT com a prática política que ele exerce ao chegar ao poder.

Quarto deputado estadual mais votado do estado nas últimas eleições e o primeiro parlamentar a declarar apoio a Carlos Eduardo Alves ainda no primeiro turno da campanha, Tomba Farias compareceu ao evento político acompanhado de toda a sua base eleitoral, que agora no segundo turno está empenhada em somar para garantir a vitória do candidato do PDT no Trairi e em outras regiões do Estado, onde Farias detém liderança política.

Para o parlamentar municipalista, o povo potiguar tem pela frente missão de evitar que o PT chegue ao poder no Rio Grande do Norte e no Brasil. Na sua opinião, para que isso aconteça é necessário cada potiguar multiplicar o voto a favor de Carlos Eduardo e Jair Bolsonaro. “As minhas bases políticas, meus amigos e aliados, estão nas ruas buscando conquistar cada voto, principalmente dos eleitores que ainda estão indecisos”, revela.

Tomba Farias criticou a postura do PT enquanto foi governo federal, destacando que o partido destinou para países como a Venezuela dinheiro do povo brasileiro, enquanto no Brasil faltava, recursos para incrementar áreas estratégicas como a saúde, educação, segurança, além das obras contra a seca.

O parlamentar citou ainda a gestão do município de Currais Novos como exemplo de que o PT quando chega ao poder age diferente do que prega nos seus discursos. Ele lembrou que naquele município o prefeito petista Odon Junior, ao se eleger, não pagava o piso salarial nacional aos professores do município, contrariando o próprio discurso de campanha, quando prometia melhorar e priorizar a Educação de Currais Novos.

Facebook e YouTube têm 48h para retirar inverdades sobre “kit gay”

Fonte: TSE

Por determinação do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Carlos Horbach, o Facebook e o YouTube deverão retirar do ar seis vídeos em que se afirma que o livro “Aparelho Sexual e Cia” foi adotado em programas governamentais enquanto o candidato Fernando Haddad (PT) ocupou o cargo de ministro da Educação (2005-2012). Conforme a decisão, a notícia é sabidamente inverídica, uma vez que o livro jamais chegou a ser adotado pelo Ministério da Educação (MEC).

Tanto o MEC quanto a editora responsável pelo livro negam que a obra tenha sido utilizada em programa escolar. Segundo ambos, o livro sequer foi indicado nas listas oficiais de material didático. A representação, com pedido liminar e de direito de resposta, foi formalizada pela Coligação O Povo Feliz de Novo e por Fernando Haddad contra a Coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos, e seu candidato ao cargo de presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, entre outros.

Horbach destacou também que é fato notório que o projeto “Escola sem Homofobia” não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou a distribuição do material didático a ele relacionado. Além da referência a esse projeto, os conteúdos impugnados citavam que a obra constou do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) e do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola).

Segundo o relator, a difusão da informação equivocada acerca da distribuição do livro gera desinformação no período eleitoral com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor. Por essas razões, além da retirada dos vídeos, o ministro também determinou a identificação do número de IP da conexão utilizada no cadastro inicial dos perfis responsáveis pelas postagens acima listadas; dos dados cadastrais dos responsáveis, nos termos do art. 10, § 1º, da Lei nº 12.965/14; bem como registros de acesso à aplicação de internet eventualmente disponíveis (art. 34 da Resolução TSE nº 23.551/2017).

A liminar, contudo, foi deferida apenas em parte, uma vez que os vídeos a serem retirados estão publicados em seis diferentes URLs, em vez dos 36 endereços que constam da petição inicial. Para o relator, os demais vídeos não devem ser investigados porque não citam diretamente o candidato ou seu partido e nem mesmo o Ministério da Educação.