Hospital Ruy Pereira

Tomba Farias critica fechamento do hospital Ruy Pereira

Em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Tomba Farias (PSDB) criticou o fato de a governadora Fátima Bezerra (PT) ter determinado o fechamento do hospital Ruy Pereira. O parlamentar traçou ainda um quadro caótico da saúde pública estadual, que não atende às necessidades da população e leva pessoas a voltarem para casa sem a assistência médica que necessitam.

O parlamentar destacou que pessoas vindas do interior estão voltando sem atendimento médico.

“Porque o Hospital Ruy Pereira fechou, para que as pessoas paguem um preço tão alto?”, questionou o deputado. Segundo ele, pessoas que trabalharam a vida não têm a quem recorrer quando precisam de atendimento de saúde.

Para o deputado municipalista, a situação da saúde pública estadual é “deplorável, é de angústia”. Tomba Farias destaca ainda que as famílias não aguentam mais. Ele disse ainda que geralmente as pessoas não sabem o drama que vivem os pacientes que precisam de tratamento vascular.

“Faço um apelo ao secretário Cipriano Maia e à governadora Fátima Bezerra para que resolvam os problemas da área da saúde. As pessoas estão perdendo suas pernas e seus braços e não estão sendo atendidas por ninguém”, disse.

Ele apelou ainda para que o secretário Cipriano Maia dê as condições necessárias para que o Hospital da Polícia Militar funcione a contento. “Secretário, se o senhor foi a favor do fechamento do Hospital Ruy Pereira, pelo menos dê condições ao Hospital da Policia para que resolva os problemas de saúde que acontecem no Rio Grande do Norte. As famílias não podem mais sofrer da forma que estão sofrendo”, ressaltou.

FONTE: Assessoria de imprensa do deputado Tomba Farias


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Elevadores do hospital Ruy Pereira quebram e cirurgias são suspensas

Todas as cirurgias foram suspensas nesta segunda-feira (17) no Hospital Estadual Dr. Ruy Pereira dos Santos. O motivo é o elevador que está quebrado desde domingo (16). Os pacientes em macas não têm como chegar ao centro cirúrgico, que fica no 2° andar do hospital. Alguns pacientes menos graves estão sendo carregados pelas escadas pelos maqueiros.

A falta do elevador também afetou outros setores, como a rouparia e a nutrição. Acompanhantes estão descendo para buscar as roupas de cama e a alimentação está sendo transportada pelas escadas em várias viagens.

Além disso, o hospital está sem energia em vários setores desde o dia 12 de abril, como a sala de repouso da enfermagem e a farmácia.

Para a servidora Edileuma Maia, da Comissão de Base, o cenário do hospital é de guerra. “Quando cheguei nesta segunda para trabalhar parecia um verdadeiro campo de concentração. O Ruy Pereira está um caos e quem sofre somos nós, os servidores e a população”, disse Edileuma.

O Sindsaúde tentou contato com a direção do hospital, sem sucesso. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está ciente do caso.


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