O presidente eleito Lula (PT) anunciou nesta quinta-feira (29), durante coletiva, mais alguns nomes que irão compor o seu ministério. Em coletiva anterior, o futuro presidente do Brasil já tinha anunciado outros 21 nomes.
Com este anúncio, o corpo ministerial do novo governo Lula está completo e contempla a base que lhe serviu de apoio durante a disputa eleitoral na qual derrotou o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL).
Confira a lista completa dos ministros:
Advocacia-Geral da União (AGU): Jorge Messias
Agricultura, Pecuária e Abastecimento: Carlos Fávaro (PSD)
Casa Civil: Rui Costa (PT)
Cidades: Jader Filho (MDB)
Ciência e Tecnologia: Luciana Santos
Comunicações: Juscelino Filho (União Brasil)
Controladoria-Geral da União (CGU): Vinícius Carvalho
Cultura: Margareth Menezes
Desenvolvimento Agrário: Paulo Teixeira (PT)
Defesa: José Múcio Monteiro
Desenvolvimento Social: Wellington Dias (PT)
Direitos Humanos: Silvio Almeida
Educação: Camilo Santana (PT)
Esporte: Ana Moser
Fazenda: Fernando Haddad (PT)
Gabinete de Segurança Institucional: Marco Edson Gonçalves Dias
Gestão: Esther Dweck
Igualdade Racial: Anielle Franco
Indústria e Comércio: Geraldo Alckmin (PSB)
Integração e Desenvolvimento Regional: Waldez Góes (PDT)
Justiça e Segurança Pública: Flávio Dino (PSB)
Meio Ambiente: Marina Silva (Rede)
Minas e Energia: Alexandre Silveira (PSD)
Mulheres: Cida Gonçalves
Pesca: André de Paula (PSD)
Planejamento e Orçamento: Simone Tebet (MDB)
Portos e Aeroportos: Márcio França (PSB)
Povos Indígenas: Sônia Guajajara (PSol)
Previdência Social: Carlos Lupi (PDT)
Relações Exteriores: Mauro Vieira
Relações Institucionais: Alexandre Padilha
Saúde: Nísia Trindade
Secretaria-Geral da República: Márcio Macêdo
Secretaria de Comunicação Social: Paulo Pimenta (PT)
Trabalho: Luiz Marinho
Transportes: Renan Filho (MDB)
Turismo: Daniela do Waguinho (União Brasil)
“Depois de muitaconversa e muitos ajustes, terminamos de montar o primeiro escalão do governo.Não menos importante, a partir da posse a gente vai começar a discutir o segundo escalão, os cargos do governo federal em cada estado, para que a gente possa, dentro de pouco tempo, ter todas as informações para fazer a máquina funcionar”, disse o presidente eleito.
Lula ainda não anunciou quem presidirá a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, mas antecipou que os dois bancos serão comandados por mulheres.
Outros nomes importantes para a composição do governo também foram anunciados. Fica com a liderança do governo na Câmara o deputado José Guimarães (PT-CE), já no Senado quem vai comandar as pautas é o senador Jaques Wagner (PT-BA). O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi o indicado para a liderança no Congresso Nacional.
Servidores representando autoridades, marcações de tempo, retoques na pintura e ajustes no gramado em frente ao Congresso Nacional. O setor de Relações Públicas da Secretaria de Comunicação do Senado, que prepara a cerimônia de posse do presidente Lula, organizou um ensaio geral do evento nesta terça-feira (27), para acertar os últimos detalhes. A cerimônia está marcada para o próximo domingo (1º de janeiro), às 15h00.
Para a diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado, Érica Ceolin, o ensaio é importante para prever a duração de tempo de cada etapa e evitar possíveis imprevistos. Ela disse que o ensaio contou com representantes do cerimonial, da polícia e da equipe de transição. Segundo a diretora, a expectativa é que a cerimônia saia de acordo com a previsão constitucional e com a vontade do presidente eleito.
Érica Ceolin também contou que a posse será realizada com um esquema especial de segurança, que começa no credenciamento para a entrada nos prédios do Congresso Nacional. Conforme disse a diretora, haverá uma varredura específica nas dependências do Congresso antes da entrada das autoridades. ideia é que a posse transcorra com a maior tranquilidade com a maior segurança possível — declarou.
“A ideia é que a posse transcorra com a maior tranquilidade com a maior segurança possível”, declarou.
ROTEIRO
Cada parte da cerimônia foi cronometrada. Também foram acertados os posicionamentos das guardas de honra de cada Força, com a definição dos locais (salões e corredores) onde cada guarda (do Exército, da Aeronáutica e da Marinha) vai ficar. São os integrantes dessa guardas que vão fazer uma espécie de corredor em cada local em que Lula for passar.
O roteiro da posse prevê a chegada dos convidados (entre eles os chefes de Estado e de governo) ao Congresso Nacional a partir das 13h45. Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin deverão chegar à Catedral de Brasília por volta das 14h20. Às 14h30, Lula sairá em carro aberto em direção ao Congresso – percurso que deve durar dez minutos, apesar da proximidade. O transporte pode sofrer ajustes, em função da chuva ou por questões de segurança.
Os eleitos sobem a rampa do Congresso acompanhados dos chefes do cerimonial do Senado e da Câmara. No alto da rampa, Lula e Alckmin serão recebidos pelos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. O ensaio simulou todo esse roteiro, com marcações de tempo, espaço e posição nos salões.
ALTERAÇÕES
Duas alterações estão previstas em relação a cerimônias anteriores. Uma delas é que não deve ocorrer a tradicional salva de 21 tiros de canhão. A outra é que as esposas de Lula e Alckmin, Rosângela da Silva e Lu Alckmin, devem subir a rampa na frente dos maridos e não atrás, como de costume. Também está sendo esperada a participação da cachorrinha Resistência, adotada por Lula e Janja, como é conhecida a futura primeira-dama.
A sessão solene do Congresso Nacional está marcada para as 15 horas, quando haverá o compromisso constitucional e a assinatura do termo de posse dos eleitos. Depois, o presidente seguirá para o Palácio do Planalto, devendo subir a rampa e discursar no Parlatório que fica em frente à Praça dos Três Poderes.
PÚBLICO E SHOWS
A expectativa é de que compareçam à posse de Lula cerca de 700 jornalistas e 2 mil convidados. Também está previsto um grande show de música popular, para o qual são esperadas entre 150 mil e 300 mil pessoas.
Dois palcos foram montados na Esplanada dos Ministérios para o Festival do Futuro, que vai contar com cerca de 60 atrações musicais – que vão do sambista Martinho da Vila ao cantor gospel Kleber Lucas. A futura ministra da Cultura, Margareth Menezes, também vai participar do show, que ainda contará com feira gastronômica e espaço para crianças.
Uma lista seleta de lideranças políticas atingem marcas a cada eleição em Santa Cruz. Tomba foi primeiro grande nome votado em Santa Cruz, com marcas acima dos 12 mil.
Quando foi nos anos 2010, Fátima Bezerra, Dilma Rouseff e Fernanda Costa são os primeiros nomes a chegarem aos 13 mil votos. A segunda década do século é marcada pelo domínio das mulheres no cenário local.
Agora em 2022, Lula atinge a maior votação da história da cidade, com 14.462 votos, o equivalente a 69,01% dos votos válidos.
Uma eleição histórica, uma votação também histórica!
A disputa entre Lula e Bolsonaro decide o novo modelo político que vai comandar o país pelos próximos quatro anos. Um total de 1.461 dias de mandato que é responsável pelo rumo do Brasil.
Desde o golpe que instituiu a República, em 15 de novembro de 1889, o Brasil viu passar pelo comando do cargo máximo da política nacional 38 presidentes, incluindo o atual, Jair Bolsonaro.
Caso seja reeleito, a contagem permanece nos 38 presidentes, e Bolsonaro mantém a tradição de todo presidente candidato à reeleição conseguir vencer a disputa.
Lula sendo eleito, eleva a contagem para 39 presidentes, e se igualando a Getúlio Vargas, que teve duas passagens pelo cargo, a primeira entre 1930 a 1945, numa ditadura, e em 1951 a 1954 pelas vias democráticas.
Mais do que ideologias e divisões de torcida de candidatos, uma eleição marca a história do país.
Longas filas voltaram a se formar nesta manhã em diversos consulados do Brasil no mundo, diante de uma participação recorde de brasileiros que vivem no exterior votando para o segundo turno das eleições presidenciais.
Na Ásia, os primeiros resultados confirmaram as tendência no primeiro turno. Na Coreia do Sul, Luiz Inácio Lula da Silva venceu com 126 votos, contra 70 para o presidente Jair Bolsonaro. Na Austrália, os dados apontam 2970 votos para Lula, contra 1688 para Bolsonaro. No consulado brasileiro em Sidney, por exemplo, Lula ficou com 61% dos votos.
Na Nova Zelândia, Lula também venceu, com 353 votos. Bolsonaro ficou com 132. Bolsonaro, porém, venceu no Japão. Em Nagoya, o presidente ficou com 84% dos votos, cerca de 3,4 mil.
No primeiro turno, Lula somou 138 mil votos no exterior, o que representava 47% de apoio. Bolsonaro ficou com 41%, com 122 mil votos.
A eleição no exterior, em 2022, entra para a história como o processo com a maior participação de brasileiros desde que o pleito passou a ser organizado para os nacionais pelo mundo. Estão inscritos quase 700 mil brasileiros para votar, o dobro do volume registrado em 2014.
No primeiro turno, cidades como Paris, Zurique e várias outras registraram filas de até três horas, enquanto em locais como Lisboa ou Genebra, a tensão entre diferentes grupos políticos levou a troca de ofensas entre apoiadores e até mesmo a convocação da polícia.
Por várias cidades do RN, os eleitores e apoiadores dos candidatos a presidente estão mobilizados em fazer carreatas e passeatas.
Ontem (28) foi a vez da cidade de Santo Antônio (do Salto da Onça), no Agreste Potiguar, com o Piseiro 13.
No primeiro turno, Lula obteve uma votação de 10.080, correspondente a 70,85%. Já o presidente Jair Bolsonaro obteve 3.415 votos, sendo 24%. A votação para presidente teve o maior porcentagem de votos válidos, com 95,11%.
No monitoramento digital conduzido em tempo real pela equipe de inteligência da Quaest, Lula se saiu melhor que Bolsonaro: foram 51% de menções positivas ao ex-presidente, e 36% ao atual presidente.
O debate da Globo era muito esperado e visto talvez como a última oportunidade para mudar a corrida. Os dados de redes, que se transformaram em uma nova tecnologia para realização de estudos qualitativos virtuais, não sugerem que houve espaço para grandes mudanças.
Com a volta de temas pré-definidos e menos tempo no quarto bloco, os candidatos discutiram criação de empregos e desmatamento, mas voltaram a ter queda no percentual das menções positivas. De fato, foi o pior momento para ambos os candidatos: 31% de positivo para Bolsonaro contra 41% de Lula.
Todo mundo esperava o debate da Globo, aliás, todos esperam o último debate da campanha, que é realizado pela emissora de TV. Fico me perguntando se aqueles que não gostam da emissora e dizem bloqueá-la na sua lista de canais, o que fizeram? Bem, passado esse questionamento inicial, podemos dizer que foi um debate “sofrível”.
Bolsonaro começou insistindo em respostas, e o Lula fugindo de responder sobre o material da propaganda eleitoral gratuita. O embate insistente entre os dois candidatos foi chato e o primeiro bloco foi vencido pelo mediado-apresentador-jornalista Willian Bonner, quando ele teve de fazer uma espécie de “direito de resposta”, quando Bolsonaro proferiu: “Processo de corrupção para cima de mim, Lula? Qual é? Você diz que foi absolvido. Só se foi pelo [Willian] Bonner. Você é um bandido”.
Bonner falou ao final do bloco: “Eu de fato disse na entrevista do Jornal Nacional que de fato o Lula não deve nada há justiça. Mas não digo isso da minha cabeça, digo fundamentada no Supremo Tribunal Federal”.
Os blocos seguintes exploraram temas em que o presidente jogou para a sua torcida, sempre voltando para corrupção, tema que incomoda o ex-presidente Lula. Na sua vez, o petista desviava dos temas e procurava sempre atacar o presidente com temas que “sangram” a campanha do adversário, como Roberto Jefferson, declarações de Paulo Guedes, preços dos alimentos, comportamento, política externa e a forma como Bolsonaro trata as mulheres e jornalista.
A pandemia é uma pedra no sapato do presidente Jair Bolsonaro (PL), e o candidato do PT, Lula, explorou isso durante o debate. Lula lembrou do comportamento do presidente, e da troca de ministro da Saúde, quando Bolsonaro discordou de Mandetta e demitiu o seu auxiliar.
“O único médico que ele tinha que entendia de saúde ele mandou embora, porque o Mandetta entendia de vacinação. E colocou o general Pazuello que tava querendo ganhar um dólar por vacina”, disse Lula.
Bolsonaro na sua fala jogou a culpa para o Supremo e para os Governadores, o que já é um discurso amplamente conhecido. O presidente focou na sua bolha e se distanciou da possibilidade de buscar o eleitor indeciso ou aquele que se absteve de votar. Lula é aquele time que foi jogar pelo empate e saiu com um resultado que pode ajudar a manter a diferença entre ele e o presiente nas pesquisas.
Foi um debate que pouco mudou o cenário, tendo em vista que a maioria do eleitorado já definiu o seu voto, com base na maioria das pesquisas eleitorais, com a taxa de decisão do voto. Alguns foram dormir cedo ou foram assistir suas séries favoritas, fizeram bom proveito do seu tempo. Eu garanto!
A Pesquisa Atlas/Intel também teve análise com grupos focais em 10 estados e reunindo 100 eleitores, apenas com aqueles que não votaram em Lula e Bolsonaro no primeiro turno.
Foram selecionados eleitores do Ciro Gomes, Simone Tebet e aqueles que não votaram.
Três principais gráficos foram divulgados nas redes sociais da AtlasIntel e PollsterGraph. O PollsterGraph é o agregador de pesquisas sobre a eleição de 2022, desenvolvido pela Atlas Político (@atlaspolitico).
Confira os dados:
São 61% dos eleitores de Simone Tebet que estariam propensos a votar em Lula, enquanto 51% do Ciro estariam favoráveis ao petista. O índice é menor entre os que não votaram, com 40%. Bolsonaro conquista 35% dos eleitores que votaram em Simone no primeiro turno, enquanto Ciro tem 26% dos seus eleitores escolhendo o presidente. Entre os que não votaram, 20% escolheria o candidato do PL.
Durante sessão ordinária desta quinta-feira (27), na Assembleia Legislativa do RN, o deputado estadual Francisco do PT apresentou “Voto de Congratulações ao ex-presidente Lula pelo seu 77º aniversário e sua contribuição ao povo brasileiro”.
“Lula tem uma trajetória de vida marcada pela luta em defesa da classe trabalhadora do nosso país. É, sem dúvida alguma, a maior referência para homens e mulheres que reconhecem os avanços que tivemos no nosso país durante os seus governos. É só comparar”, frisou o parlamentar.
Francisco do PT destacou ainda que o legado de Lula é motivo também de reconhecimento internacional. “É um cidadão que deu uma contribuição gigantesca na luta em defesa da democracia, das instituições, da qualidade de vida do povo”.
O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) afirmou nesta terça-feira (25) que aceitaria trabalhar em um eventual governo Lula (PT). O requisito, alegou, é que a atuação seja “técnica”.
Mandetta foi o primeiro ministro da Saúde sob a gestão de Jair Bolsonaro (PL). Ele foi demitido do cargo em abril de 2020, ainda no início da pandemia da Covid-19.
Questionado durante entrevista ao canal MyNews se faria parte de um novo governo Lula, Mandetta afirmou que “sempre trabalhou pelo SUS e por gestão”.
“Se for para fazer um trabalho técnico, com certeza trabalharia com Lula, sem problema nenhum”, acrescentou. Segundo o ex-ministro, “o problema do ‘protocolo Bolsonaro’ é que quando chegou um problema que exigia o máximo dos técnicos, aí ele não queria o trabalho técnico, mas político, medíocre, em que minha equipe e eu jamais colocaríamos o nosso nome”.
Mandetta não declarou apoio a Lula no segundo turno, mas afirmou que votará “pela democracia” e será “bem consciente”
No primeiro turno, a passagem da moto-carreata dos apoiadores de Bolsonaro pelo bairro do Paraíso foi tranquila, com alguns eleitores na Rua Santa Luzia fazendo o “L” de Lula para os eleitores do presidente, mas no geral foi positiva. Agora, no segundo turno, os eleitores de Lula foram às ruas no momento da carreata de Bolsonaro e reagiram, provocaram e fizeram uma manifestação de voto ao petista, em oposição ao movimento do presidente, que em Santa Cruz é apoiado pelo prefeito Ivanildinho e o deputado Tomba Farias.
Os vídeos viralizaram pelas redes sociais e foram destaques entre os comentários e postagens nesta segunda-feira (24), confira:
A governadora reeleita Fátima Bezerra (PT) comandou junto com seu grupo político o Pancadão 13, o evento pró-Lula que aconteceu nesta sexta-feira (21), durante a campanha presidencial de segundo turno, em Santa Cruz. Junto com a governadora reeleita, estavam deputados federais e estaduais eleitos, além das lideranças políticas da oposição da cidade e algumas da região.
A movimentação saiu do bairro do Paraíso, passou pelo centro da cidade e foi até o Conjunto Cônego Monte, com um grande público sendo arrastado pelas músicas da campanha petista.
Fátima agradeceu a votação e pediu o voto para o candidato Lula, para que o seu segundo mandato conte com o apoio do Governo Federal.
A Governadora Fátima Bezerra (PT) volta a cidade de Santa Cruz nesta sexta-feira (21) para cumprir agenda de campanha do segundo turno presidencial, em evento pró-Lula.
O pancadão 13, que foi um dos principais e grandes eventos da campanha eleitoral de 2022, no primeiro turno, terá uma segunda edição, nesta campanha de segundo turno, nesta sexta-feira, dia 21 de outubro.
O evento deve contar com a participação de várias lideranças estaduais, que formam a base de apoio de Fátima e Lula no RN.
A programação está prevista para às 18h30, e faz parte da agenda de Fátima Bezerra e seu vice eleito, Walter Alves.
Na agenda, Fátima ainda tem as cidades de Bom Jesus, Tangará e finaliza em Santa Cruz. No sábado (22), Fátima tem agenda em Monte Alegre, Brejinho, Santo Antônio e Nova Cruz.
Vamos conferir os últimos números divulgados pelos institutos de pesquisa nos últimos dias.
PoderData
Os números se mantiveram em todas as três rodadas da pesquisa PoderData. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos do Poder360, por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 5.000 entrevistas em 351 municípios nas 27 unidades da Federação de 16 a 18 de outubro de 2022. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual para um intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-08917/2022. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. A divulgação dos resultados é feita em parceria editorial com a TV Cultura.
O levantamento entrevistou 2.000 eleitores de 16 a 18 de outubro de 2022. Tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%. Está registrado no TSE sob o número BR-04387/2022 e custou R$ 112.865,23 pagos pelo Banco Genial.
O levantamento entrevistou 2.912 eleitores. Tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%. Custou R$ 467.894, pagos pelo Grupo Globo e pela Folha de S. Paulo. Está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-07340/2022.
Mais uma rodada da pesquisa Ipec, contratada pela Globo, divulgada nesta segunda-feira (17). Os candidatos oscilaram dentro da margem de erro, confira os números:
Votos totais:
Lula – 50%
Bolsonaro – 43%
Branco/Nulo – 5%
Indecisos – 2%
Votos válidos:
Lula – 54%
Bolsonaro – 46%
Confira a evolução dos candidatos no segundo turno, após três rodadas de pesquisas Ipec:
O ex-presidente Lula lidera mais uma pesquisa Ipec, contratada pela Globo, que é segundo levantamento do instituto após o primeiro turno das eleições. A pesquisa foi realizada entre sábado (8) e segunda-feira (10), e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Confira os números:
Votos totais:
Lula – 51% (manteve 51%)
Bolsonaro – 42% (caiu 1%)
Branco/Nulo – 5% (antes era 4%)
Indecisos – 2% (manteve 2%)
Votos válidos (descartando brancos, nulos e indecisos):
Lula – 55%
Bolsonaro – 45%
Nos votos válidos, a distância permaneceu praticamente a mesma conforme o outro levantamento.
Foram entrevistadas 2.000 pessoas, entre sábado (8) e segunda-feira (10), em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02853/2022.
Presidente estadual do PSB no Rio Grande do Norte, o deputado federal Rafael Motta reafirmou o apoio à eleição de Lula (PT) neste segundo turno, seguindo o posicionamento já adotado ao longo da campanha deste ano. Lula encabeça a chapa junto com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, companheiro de partido de Rafael.
“O projeto de Lula e Alckmin é de reconstrução de um Brasil dividido e assolado pela fome, pelo desemprego, pela inflação e pelos inúmeros escândalos do atual governo. Os eleitores brasileiros venceram Bolsonaro nesse primeiro turno, com um marco histórico: ele é o primeiro presidente no cargo a terminar uma eleição em segundo lugar. Vamos continuar trabalhando para vencê-lo no dia 30”, afirmou o deputado.
Em seus programas eleitorais e posts nas redes sociais, Rafael apresentou aos potiguares alinhamento às propostas de Lula, principalmente no que se refere ao combate à fome, projetos para a juventude, cultura e educação.
O ex-presidente Michel Temer desmentiu a informação que circulara mais cedo de que ele daria apoio a Jair Bolsonaro (PL) na sua tentativa de reeleição no segundo turno. A informação de que Temer apoiaria Bolsonaro circulou pela manhã. Temer a desmentiu, dizendo que tem “compromisso com a democracia”.
“Não fiz declaração de apoio a ninguém. Meu compromisso sempre foi e sempre será com a democracia”, afirmou Temer.
Segundo informações, Temer inclusive tendia a acompanhar a posição da candidata de seu partido, o MDB, a senadora Simone Tebet (MS) no sentido de declarar apoio ao candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva. Temer, porém, não deve fazer isso publicamente por causa dos ataques que sofreu do PT desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Temer chegou a se aproximar de Bolsonaro no episódio de Sete de Setembro do ano passado, quando foi o responsável pela carta na qual o presidente recuava dos ataques que fizera ao Supremo Tribunal Federal (STF), pondo um freio naquele momento à sua escalada antidemocrática. Temer, porém, afirma ter agido ali somente no sentido de apaziguar a situação.