Assaltos

Major Moura pede que população continue acreditando na PM

O mês de julho chegou com um aumento considerável do número de assaltos ao comércio santa-cruzense. Essa nova realidade preocupa a população, nos aspectos da segurança pública e econômico. De acordo com a Polícia Militar, até ontem (14) foram registrados 10 ocorrências no comércio local.

Na madrugada entre a quinta e sexta-feira, a loja A Graciosa foi alvo de furto, com a destruição da vitrine principal da loja e os assaltantes levando muitas peças. Horas mais tarde, um comércio de cimento, próximo ao escritório regional da EMATER/RN, foi alvo de assalto.

Hoje (15), sábado, já existe registro de mais ocorrências no comércio e na feira livre. A situação de insegurança gera críticas da sociedade para o poder público.

O Major Moura, que comanda a Polícia Militar da 4ª Companhia, na região Trairi, falou ao blog sobre esse momento tenso na cidade. Sobre que mensagem ele deixaria para a população, o Major pediu “que a população continue acreditando na PM e colaborando com informações”.

Sobre os últimos assaltos, Major Moura informou que “todos os assaltantes foram identificados” e as medidas cabíveis serão tomadas.


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Sexta-feira 14, sexta do medo!

O WhatsApp é fantástico para a comunicação instantânea e driblar os altos valores cobrados pelas operadoras de telefonia no Brasil, porém é objeto de terror em outros momentos.

Os grupos dessa ferramenta, em Santa Cruz, foram os “canais do medo” nessa sexta-feira (14). Na madrugada, a loja A Graciosa foi alvo de um assalto por dois bandidos em uma motocicleta.

Antes das 11 horas da manhã, um comércio próximo ao escritório regional da EMATER, às margens da rodovia federal 226, foi alvo também de assaltantes em uma motocicleta.

Em seguida, dois boatos foram lançados nas redes sociais, com outros comércios sendo alvo de supostas ações de bandidos. O clima de medo assusta mais ainda uma comunidade que vive a década de 2010 como uma das mais violentas da sua história, e clama por paz e justiça.

Situação que não é muito diferente de outros lugares, e que revolta o cidadão de bem.


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