Internet

Elon Musk ativa internet por satélite e garante conexão na Ucrânia

O fundador e CEO da SpaceX, Elon Musk, anunciou no sábado (26) que os satélites de internet Starlink da empresa estão agora ativos na Ucrânia, país que sofre quedas constantes de energia em meio à invasão da Rússia.

“O serviço Starlink agora está ativo na Ucrânia”, publicou Musk, CEO da Tesla, no Twitter. “Mais terminais a caminho”.

O vice-primeiro-ministro da Ucrânia pediu a Musk que fornecesse serviço de internet ao país em meio aos ataques russos, e Musk atendeu, de acordo com uma troca de publicações no Twitter entre os dois no sábado.

Mykhailo Fedorov, que também é ministro da transformação digital da Ucrânia, twittou para Musk: “enquanto você tenta colonizar Marte a Rússia tenta ocupar a Ucrânia! Enquanto seus foguetes pousam com sucesso do espaço, foguetes russos atacam”.

A Starlink é uma rede de internet baseada em satélite destinada a cobrir o planeta com banda larga de alta velocidade e pode potencialmente levar conectividade a bilhões de pessoas que ainda não têm acesso confiável à internet.

Musk disse em janeiro que a SpaceX tinha 1.469 satélites Starlink ativos e 272 movendo-se para órbitas operacionais em breve.

Com informações da Reuters, de Ellie Kaufman, Jackie Wattles e Helen Regan, da CNN


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Flow perde patrocinador após Monark defender partido nazista no Brasil

Foto: Reprodução/YouTube

Na noite de segunda-feira, 7, o apresentador do Flow Podcast, Monark, afirmou defender a formalização de um partido nazista junto à Justiça Eleitoral brasileira. A fala foi dita durante o programa, que recebeu os deputados federais Tabata Amaral (PSB-SP) e Kim Kataguiri (DEM-SP).

“Eu sou mais louco do que vocês. Eu acho que tinha de ter partido nazista reconhecido pela lei”, disse Monark, que saiu em defesa do “direito” de ser antissemita. A opinião do brasileiro vai contra os princípios básicos da Constituição, como a promoção do “bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

Tabata Amaral rebateu as afirmações equivocadas de Monark, citando o holocausto na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial, período marcado pelo extermínio de mais de 6 milhões de judeus. Kataguiri, por sua vez, queixou-se porque, segundo sua percepção, defensores do comunismo teriam mais espaço na mídia do que defensores do nazismo.

Ponderando sobre a existência do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o deputado afirmou: “A gente não tem um partido formal fascista ou nazista com espaço no Parlamento e na imprensa”.

Monark argumentou que a organização formal de um partido nazista estaria amparada pela liberdade de expressão. Fazendo um contraponto, Tabata afirmou que tal liberdade termina quando se manifesta contra a vida de outras pessoas, sublinhando que o nazismo coloca em risco a vida da população judaica, ao que o apresentador indagou: “De que forma?”

Após o vídeo viralizar nas redes sociais — os termos “Monark” e “nazista” estão nos trending topics do Twitter Brasil desde a manhã de terça-feira, 8 —, o grupo Judeus pela Democracia se manifestou sobre as declarações do apresentador. “Ideologias que visam a eliminação de outros têm de ser proibidas. Racismo e perseguições a quaisquer identidades não são liberdade de expressão”, disse o grupo.

Perda de patrocínio

A pressão para que os patrocinadores do podcast retirem recursos do programa também cresceu nas redes, que incluem, de acordo com a página do Flow, as marcas Ragazzo, Amazon, BIS e mais.

A patrocinadora Flash Benefícios anunciou que iria solicitar o encerramento formal da relação contratual com o Flow. Os donos da marca, Pedro e Guilherme Lane, têm família de origem judaica.

Citado nas redes como patrocinador do canal, o iFood informa em nota que, desde novembro de 2021, não mantém mais relação comercial com o Flow. A decisão de encerrar o patrocínio do podcast Flow foi tomada de forma definitiva após Monark ter questionado em seu Twitter no final de outubro: “Ter uma opinião racista é crime?”.

A Puma também foi citada por usuários de ser patrocinadora do canal, mas afirmou em nota que somente fez uma ação pontual. “Já havíamos pedido para nosso logo ser retirado como patrocinadores do programa e reforçamos isso mais uma vez”, disse.

A Mondeléz Brasil, detentora da marca BIS, também soltou posicionamento: “A empresa esclarece que patrocinou pontualmente apenas dois episódios do Flow Podcast veiculados em 2021 e que não tem contrato com o canal”.

Rompimento de contrato transmissão do Campeonato Carioca 2022

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro anunciou o rompimento do contrato de transmissão do Campeonato Carioca com os Estúdios Flow. As transmissões de jogos começaram nesta edição do campeonato. “A FERJ, defensora da igualdade, do respeito e contrária a qualquer tipo de preconceito, anuncia o rompimento do contrato com o Estúdios Flow, responsável pelo podcast Flow Sport Club que transmitia jogos do Campeonato Carioca de 2022, por apologia ao nazismo, regime cujos crimes contra a humanidade até os dias de hoje causam horror a qualquer um que preze pela vida”, concluiu.

Semelhanças com Joe Rogan

Nas últimas semanas, o Spotify foi alvo de críticas pelas falas de Joe Rogan, um dos maiores apresentadores de podcast dos Estados Unidos e que tem parceria milionária com a plataforma.

Polêmico como o Flow, o Joe Rogan Experience já recebeu nomes controversos como Alex Jones, apresentador de rádio da extrema direita americana, e teve mais de 90 episódios removidos por desinformação sobre covid. Lendas da música como Neil Young e Joni Mitchell retiraram seu catálogo do Spotify em protesto contra o podcaster.

Em entrevista à EXAME em abril de 2021, Igor e Monark não negaram que tenham se inspirado livremente no podcast. Porém, a dupla não se vê como uma equivalência brasileira de Joe Rogan. “Ele tem uma abertura, um impacto cultural diferenciado”, disse Monark.

Fonte: Exame.com


senhoritta

Senado aprova projeto que proíbe limitação de dados na internet fixa

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto que proíbe as operadoras de internet de estabelecer franquias de dados em seus contratos de banda larga fixa. Do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), o projeto (PLS 174/2016) altera o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) para vedar, expressamente, os planos de franquias de dados para esse tipo de serviço. Por acordo entre os líderes, a matéria tramitou em regime de urgência. A matéria segue agora para análise da Câmara dos Deputados. A proposta não altera as regras dos planos de internet móvel.

Na justificativa do projeto, Ferraço destaca que diversos aspectos do exercício da cidadania dependem da internet, como ensino à distância, declaração do imposto de renda e pagamento de obrigações tributárias, de modo que, a seu ver, não seria razoável limitar o tráfego de dados na rede. Segundo o senador, “limitar o uso da internet seria uma péssima novidade no Brasil, sendo somente repetida em países liderados por governos autoritários, que cerceiam o acesso à informação por parte de seus cidadãos”.

O relator, senador Pedro Chaves (PSC-MS), apresentou parecer em substituição às comissões de Constituição e Justiça (CCJ), de Assuntos Econômicos (CAE) e de Ciência e Tecnologia (CCT). Ele apresentou parecer favorável à aprovação do projeto e pediu o arquivamento de outros dois projetos que tramitavam em conjunto com o PLS 174: o PLS 176/2016 e o PLS 249/2016, por tratarem do mesmo assunto. Já o PLC 28/2011, que também tramitava em conjunto com o projeto aprovado, foi enviado para nova análise da CCT.

Pedro Chaves diz em seu relatório que a internet tem papel fundamental na inclusão social, no exercício da cidadania e como indutora de inovação e avanço tecnológico. Para ele, é inadmissível que haja esse tipo de limitação na internet fixa, o que poderia prejudicar consumidores, empresas e ações governamentais.

 


senhoritta

UFRN lança novo portal com layout mais moderno e acessível

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) lançou nesta segunda-feira, 6, o novo layout do seu site institucional. Desenvolvido pela Superintendência de Informática (Sinfo), com o envolvimento de equipes de Desenvolvimento WEB e de Design, ambas sob a coordenação do professor Gibeon Aquino, o site foi elaborado na perspectiva de ter uma maior usabilidade.

Além disso, ao contrário do portal anterior, ele será responsivo, isto é, o site automaticamente se encaixa no dispositivo do usuário, seja um PC, celular ou tablet, mudando sua aparência e disposição com base no tamanho da tela em que o site é exibido. Conduzindo o lançamento, a reitora da UFRN, Ângela Maria Paiva Cruz, considera que “a iniciativa é um dos aspectos que mostram a modernização da gestão, sobretudo em termos de comunicação”.

O novo portal já está com a linguagem traduzida para a língua de sinais e pode ser conferido aqui (http://www.ufrn.br/). As versões para deficientes auditivos e na língua inglesa serão implementadas ainda neste primeiro semestre.


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